No peito de bronze que davos encerra
pulpitam varões, carro e bigorna
vapores de carne, suor da terra
iluminam a força em movimento;
falanges de equos por caules vibrantes;
peitos arfantes, na volcúria a garganta emoliente
na rocha polida, reflete uma estrela cadente.
Nesta laje uma mão antiga passou
deixou suas arfas, do solstício que refaz
Assim, arqueio os ventos que me caem
forjo uma mandala e cerro os olhos
que vivo, de uma outra arte
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