É que sou
levantado em meu berço de coura, e assim por dito renuncio ao calor denunciativo
da respiração. Então em meus braços, resplanceio e cor, e gosto, e vibro no meu
seio celeste amor. Agradeço, pertenço, ausento, escrevo por é tarefa de
escravo, escavo por é tarefa do senhor. Por sendo assim sereno, misério a
astuta de minha integridade, batuta da saúde e do amor terrena irmandade.
Não terei o
fino clamor dos rinocerontes, que é por ver no horizonte, já feria as suas
vestes de prata, algodão doce, vento branco, ternura e romance. Venha a montanha
me atingir, arvoredos maduros, toros taciturnos, salseiro agreste, insinua
rampa celeste, afora dessa escuridão engobiada.
Luzeiam
enxames de abelhas, rincas, feras, sereias, vereis o mar. Em teu doce salar, núvem
trelada de fogo, macacos em dobro, ruge a estrela Solar.
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