E fale, que queria que as penas, milagre,
Fossem elas pequenas
Beirando-lhes as águas doces
Como naus, trazendo a Iracema
E que sossegadamente, viria navegando
Sobre os leitos, as águas, às piracemas
Tão logo saberias que os mares, profundos,
Se desfazem em Louros, Moringas e Alfazemas
Tão longos os labirintos do peito, que era dor
A que terias por direito
E todas as noites quando olhavas os homens a trabalhar
Via que eram postos os medos no mesmo lugar.
Fossem elas pequenas
Beirando-lhes as águas doces
Como naus, trazendo a Iracema
E que sossegadamente, viria navegando
Sobre os leitos, as águas, às piracemas
Tão logo saberias que os mares, profundos,
Se desfazem em Louros, Moringas e Alfazemas
Tão longos os labirintos do peito, que era dor
A que terias por direito
E todas as noites quando olhavas os homens a trabalhar
Via que eram postos os medos no mesmo lugar.
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