Que universo tão mais grande e mais diverso
Que tenho nesse redor de mar e fronte
Passo de ilhas abertas a terrenos vazios
Apertos celestes revelam lugares sombrios;
Horizonta meus olhos num celeiro molhado
Assentando a fadiga numa cama de palha
Olhando às estrelas ao longe prevendo viagem
À serra das torres molhadas onde elas serão navios.
Criaturas que conheço por hábito e cerne
Outras que vôam e que nunca mais vi
Araçás desenham as formas do meu jardim
São espelhos das estrelas na terra onde corre água;
O marfim deste lugar é o tarumã
Que abriga o ninho daquela flor anã e das formigas
Logo passando a entender as barrigas desta terra
Que sem guardar segredos sossegam as mágoas.
Que tenho nesse redor de mar e fronte
Passo de ilhas abertas a terrenos vazios
Apertos celestes revelam lugares sombrios;
Horizonta meus olhos num celeiro molhado
Assentando a fadiga numa cama de palha
Olhando às estrelas ao longe prevendo viagem
À serra das torres molhadas onde elas serão navios.
Criaturas que conheço por hábito e cerne
Outras que vôam e que nunca mais vi
Araçás desenham as formas do meu jardim
São espelhos das estrelas na terra onde corre água;
O marfim deste lugar é o tarumã
Que abriga o ninho daquela flor anã e das formigas
Logo passando a entender as barrigas desta terra
Que sem guardar segredos sossegam as mágoas.
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