Venho tentando em vão
Desamparar os alicerces da infelicidade
Não escrevo mais samba
Só conheço agora os pesares afoitos
Viro então receptáculo
Das ondas galopantes do mal entendimento
Lembro um dia fui livre
Das sombra dessa matéria que atrai a dor
São redes entrepostas
A cativar o drama rugindo nas articulações
Vejo uma luz; ela se esgota
A glória que faz a noite fez outro refrão.
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